16 abril, 2015

O campo de Cristo e a “partícula de Deus”


Por Thiago Assimos

No dia 8 de outubro de 2013, o Físico  Britânico Peter Higgs e seu companheiro de pesquisa, o belga François Englert foram laureados com a maior premiação de reconhecimento cultural e/ou científico, o prêmio Nobel.

Seu trabalho, diga-se de passagem, realizado no ano de 1964, só agora obteve, de fato, comprovação, quando foi detectado no LHC (Large Hadrons Collider) - maior colisor de partículas, o “tão desejado” bóson de Higgs - excitação quântica de uma das quatro componentes do famoso campo de Higgs.

Mas em que consiste o trabalho de Higgs, Peter et al.? Sendo bem básico, o cerne de sua pesquisa está no seguinte postulado: os quarks e léptons (partículas subatômicas elementares) não possuíam massa na origem do universo e pouquíssimo tempo após a interação com o campo de Higgs que permeia todo o espaço-tempo, elas adquiriam massa.

Você deve estar se perguntando: e daí, qual a motivação de entender isso? Com o que eu posso relacionar a teoria de Higgs?

Primeiro de tudo, eu te digo que bem mais fundamental que o campo de Higgs é um campo cuja finalidade não está restrita somente a dar massa as partículas. E é este o assunto que eu pretendo discorrer aqui.

Vem comigo... Pense agora no sacrifício vivo do Deus Altíssimo encarnado em Cristo. Será que sua morte foi tão somente para salvar o homem e garantir-lhe uma “morada celestial”, como estamos acostumados a ouvir? Seria muita presunção pensar que, se encerra em nós todo o propósito do Criador. Por isso eu creio que vai muito, muito além disso.

Posso imaginar quando “tetelestai”, que significa “está consumado” foi pronunciado pelos lábios dEle... Nesse ínterim, entrou em cena o primeiro campo... Não! Não é o de Higgs... É o campo de Cristo, também composto, só que por três componentes: Pai, Filho e Consolador. Este, por sua vez, começou a interagir imediatamente com TODOS os elementos presentes no universo - do macro ao micro, “injetando massa”, ou seja, enchendo, dando significado a TUDO, inclusive, originando o próprio campo de Higgs (Ef. 4:10). Além disso, o campo de Cristo ainda possui uma outra característica bem peculiar: só Ele é capaz de restaurar todo o cosmos.

Agora parece ter ficado mais claro o porquê da intitulação do bóson de Higgs como a “partícula de Deus”.


Rapidinhas:

Definição de campo: é uma quantidade física que tem um valor para cada ponto do espaço-tempo.

Através da definição acima, podemos ver que o modus operandi do campo de Cristo, ao interagir com cada estrutura do universo, é completamente personalizado.



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